2 anos a garfiar



Do livro da vida do Garfanho ninguém sabe o começo ou outra coisa qualquer. Nem o dia numérico que tudo são feiras, nem se o mês é janarço ou julhosto. Para já não falar da invasão de um bando de gajos como o Oliveira, o Azevedo, o Picoito, o Borrego, o Antunes ou até o ex-cunhado Chico que não param, segundo o Garfanho, "de fazer postes para verter águas e deixar a marca na terra".

Com a ajuda dos serviços secretos daquele arbusto que ali em cima se vê e que começou logo a censurar o Garfiar mais o raio que o parta, lá descobri o primeiro dia deste diário inter-estelar e agora só me apetece cantar os parabéns.

- Oh, Garfanho, apaga lá as duas velinhas!

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