A insustentável leveza da dor

Confesso que nem as orelhas tenho furadas por não encontrar razões estéticas ou outras que me convençam da necessidade de adicionar mais buraquinhos à minha epiderme, isto para já não falar da repugnância que me provocam objectos afilados de cariz metálico a rasgarem-me a pele.
Mas detenho-me a admirar todos os que se permitem fazer do seu corpo uma exposição ambulante da sua criatividade e a deixar-me interrogações sobre o seu significado.

É isto um coração apaixonado?



E será assim o amor infinito?



Servirão como godés de pintura a guache ou aguarela?



Foi por isto que deixou de haver estrelas no céu?



É por isto que após um murro se vêem estrelas?




(ternamente agradecida ao SD pelo emailamento destas imagens)

0 comentários: