Volteio

E eu que nem costumo abanar as folhas ao sabor do vento, crente que as árvores morrem de pé e até varro as folhas caídas para fazerem de húmus, ondulei os ramos neste Outono com a tempestade de ver o pequeno arbusto que junto de mim se acolhe a ser podado.

Na valsa da vida regresso às teclas que das mãos se desprende nova música.


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