Três anos que não foram em vão

(Imagem © battaolo)


Desde há 3 anos que a Vanus nos atira para a frente dos olhos ora pequenas frases, ora histórias longas, ora músicas, dando-nos murros no estômago ou barrigadas de riso consoante o local onde nos espevitou o cérebro.

Logo no seu 2º post, ponderava:
Vã. Palavra pequena, demasiado pequena para o enorme vazio que encerra.

E a 8 de Janeiro último, narrava assim:
- Ah...é que nós namoramos mas nunca nos vimos. Por isso é que queria saber, como já fiz “isso” ao telefone, se alguma vez nos encontrarmos...
- Então?... – perguntamos todas em coro com aquele ar de que se víssemos macacos verdes a saírem dos ouvidos umas das outras e a tocar flauta não ficaríamos tão espantadas, cortando a palavra à rapariga.
Foi aí, que a masculina providência interveio. À porta do quarto estava um tipo a ouvir, que confesso é dos mais machistas e ordinários que conheço, mas tem imensa piada, e que lhe respondeu muito paternalmente o seguinte:
- Ó querida, eu se fosse a ti não me preocupava tanto. Se um gajo te anda a comer há meses pelo telefone e nunca te quis foder ao vivo, então é porque também não deve saber ao que é sabe a cona. Já não há mais gelo?

E agora vamos comemorar que está aqui o teu bolinho:


0 comentários: