Somos bons na cama


Somos bons na cama, hip, hip, hurra, podia ser o lema da corrente com que o Paulo Vinhal me fez uma suave bondage, a mim, que embora tenha alguma destreza e velocidade nos dedos mais uma língua afiada nunca liguei peva quando me chamam boa, sobretudo quando a palavra é alarvemente pronunciada como tiros de metralhadora.

Os culpados são a Bad e o/a Ervi que ainda por cima pedem uma definição que eu dou assim:
Ser bom na cama é não embotar a criatividade e a imaginação, na cumplicidade de ser proibido proibir e querer dar tanto prazer ao outro como isso nos dá a nós próprios.

Apetecia-me acrescentar que também é partilhar um cigarro mas para não excluir ninguém à partida, fica assim.

Falta cumprir a parte em que revelo as minhas fantasias, nomeando 5 blogueres que não conheça pessoalmente mas que imagine que são bons na cama. E aqui vai alho:

São Rosas - porque quem tem tanta abertura de espírito e tanta sensibilidade para com as artes que só pode ser um vulcão;

Patologista
- porque quem tem um rabinho daqueles e o fotografa de mil maneiras lindas só pode ser muito criativo na cama;

Vanus - porque quem sobrevive às situações mais inauditas e descarrega megawatts de amor em cada poema só pode ter a maior das habilidades para se desenrascar na cama;

Erecteu - porque quem corre as capelinhas para dar um sorriso e dois dedos de conversa com um irreverente sotaque alentejano só pode ser bom na cama, pôrra!

Hipatia - porque quem com pronúncia do norte e garra na voz esgrime desde os termos técnicos à gíria só pode ser um ruiva fogosa que no final grita Hip, hip, hurra!!!


(imagem gentilmente enviada por email)




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