A fala de Adriano






Há 25 anos faleceu Adriano Correia de Oliveira. E contudo, o seu nome foi renascendo pelas artérias deste país em ruas de Albufeira, Alhos Vedros, Alverca, Amadora, Apelação, Barcarena, Barreiro, Beja, Camarate, Caneças, Cascais, Charneca da Caparica, Coimbra, Corroios, Couço, Custóias, Évora, Famões, Fernão Ferro, Ferreira do Alentejo, Forte da Casa, Gondomar, Grândola, Guidões, Laranjeiro, Mértola, Moita, Montemor-o-Novo, Ovar, Pinhal Novo, Porto, Queluz, Quinta do Conde, Ramada, Rio de Mouro, Samora Correia, Santo Antão do Tojal, Santo António dos Cavaleiros, Santo Isidro de Pegões, São João da Talha, São Julião do Tojal, Setúbal, Unhos, Vialonga, Vila Franca de Xira, Vila Nova de Gaia, assim como em pracetas de Avintes, de Odivelas e Vila Nova de Gaia, num parque em Cuba e até numa avenida do Montijo, permitindo-nos dar à perna como se caminhássemos ao som da sua voz.



(Imagens:Foto © Paulo Madeira, 2006, Duas Vidas; capa do LP Cantaremos editado pela Orfeu em 1970 )

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