Chez 0.3 ou F5


Deitei fora o Maria, farta de tantas marias a enxamear as creches e escolas portuguesas num tique tão normalizador como as leis que a ASAE faz cumprir. Ao menos, no tempo das minhas avós, as milhentas marias que existiam sempre apelavam à imaginação por serem marias de alguma coisa quer fossem dos Anjos, da Conceição, da Luz ou dos Prazeres.

Livrar-me do suave toque dos computadores é que é mais difícil e por isso, depois das minhas conversas no divã do psi e das histórias latinas em que de nihilo nihil, chega agora a terceira versão, corrigida e aumentada para satisfazer o acordo ortográfico e a necessidade íntima de comentar o quotidiano.

[imagem criada aqui]

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