Dança da chuva branca


Como gotas grossas e persistentes de chuva criativa caiem há dois anos as séries do José Quintas na alva simplicidade do Branco Sujo, humedecendo-o, para lá fazer despontar

o desígnio das bolas e o médio, pronunciando na super flumina lusitanis, um verso para duas versões que fala do amor em tubos de ensaio, da maladie d'amour e do swimming, around women around, com frases-chave como kraut, gestern nacht war ich noch einmal, porque o Norte é muito verde, muito bonito, muito-muito, até ao pôr-do-sol num pilar da ponte 25 de Abril a recordar que o zelo do governo PS enche os restantes funcionários de sublimes desejos enquanto percorre da bloga à gente de carne e osso e na ausência dela (o concurso «quem tem a pila maior» parece não ter fim) ou abrenúncio ou cogumelos talvez? se bem que juro que não fumo marijuana desde o século dezanove para encontrar o pesadelo proto-estalinista de fachada alfabética e o pesadelo proto-maoista de fachada numérica em que sem desembocar numa alien nation revela o shalom on ice.

E para constar se lavrou o passado, deferindo-lhe um «alles Gute zum Geburtstag»!



[Créditos: itálicos reproduzindo títulos de posts do Branco Sujo e imagem montada no Paint e colocada sob efeito de chuva no LunaPic]

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