Bamos nessa Banessa!!!

- Poemógrafo em forma de auto à laia de Gil Vicente -


POEMA PR'A BÁNESSA

Banessa meu mulherõe
de incuntábel támanho
Tu pedalas e eu nõe
Mas sou gajo pra te dar banho

E inda ántes de secares
esse corpinho de ánjo
Bê salebántas nos ares
O pau a este marmánjo

Finda essa operaçõe
Iniciàmos a corrida
Eu de joélhos no chõe
Tue de crica béin lámbida

De seguida Bánessinha
Nádando até fartár
Dámos a bolta à caminha
Começas tue a mámar

Depuois bela Bánessa
pra num enjoar cus balánços
Recomeçamos sem pressa
Noba série de ripanços


CONTRA-POEMA PRÁ BÁNESSA

Corre corre Bánessinha
Corre corre sem parar
Corre prá minha cazinha
Não te deixes apanhar

Vem conhecer o sofá
O Jacuzzi e o colchão
Vem cá beber do meu chá
Sentada comigo no chão

Bem Bánessa, minha flôr
Oubir ler-te um poema
Bem sentir todo o ardor
Que lh'introduzo no tema

Não ligues ao Bartolomeu
E às suas falsas promessas
Aquilo que ele quer sei eu
Quer-te birar às abessas

Ass:
O Gránde admirador da Bánessa
Uemolotrab


E outros mais se seguiram a esticar este lençol:

CONTRA-CONTRA-POEMA PRÁ BÁNESSA

Corre corre Bánessinha
Corre corre sem parar
Corre prá minha cozinha
Que um bifito vais mamar.

Vem conhecer o gurmé
O saleiro e a saladeira
Fodemos no chão ou de pé
Nesta linda tijoleira.

Bem Bánessa, belo bitoque
Sentir trinchar essas coxas,
Magritas a meu reboque
Até te ficarem roxas.

Não ligues ao Uemolotrab
Nem à sua gabarolice
A dele na tua não cabe.
Não perdes coisa que se visse.


Paulo Vinhal

mas eu que nã cê versejari
uma cosa vô dezeri
gaja q'uande a pedalari
na pode ser boa a foderi.


Sagher

Olha o Bar, o manganão.
Foge, foge, Vanessinha
Enquanto estás na_tação
Está o gajo na_tacinha


São Rosas

E até passaram a versejar ao desafio:

Olhó Sage e a Sãozinha
Que vieram versejar
Entrem aqui prá cozinha
Que a sopa lhes vou dar

Conquentão àvacalhar
os versos ao Bartolomeu!?
Juntaram-se para me malhar
e quem se lixa sou eu

Pois saibam meus bons amigos
Ca Bánessa já tá no papo
Vamos sair aos domingos
Estou inchado como um sapo

É um amor a piquena
Sempre pronta a pedalar
Não sei se estão a ver a cena
Quando ela me for montar

E tu amigo Paulinho
Vais ter de ter paciência
Chupas o teu bitoquinho
e vais-te queixar à gerência

Bartolomeu


grande momento bloguista
o que aqui aconteceu
a vanessa lá na pista
aqui o bartolomeu


Sagher

Cuidado, Bartolomê
Pois se vais nadar de costas
Não vês o godemichê
e a Banessa faz-te às postas!


São Rosas

E perante o meu agradecimento por tanta poesia e sabedoria em batê-la responderam:

Não bato, não :( arvezinha
tenho muitos calos na mão
Bata-se ela sozinha
Ou enterre-se no colchão

Guardo-a para a Bánessinha
Que a há-de saber aprumar
Com a sua fina mãozinha
Muito habituada a acenar


Bartolomeu


Fico aqui a magicar
na passarola a sofrer;
mal a Bánessinha lhe tocar
fica logo a mão a escorrer


Maria Árvore

Não será, a bem dizer
Árvorezinha encantada
Só tocar para escorrer
Sem punheta bem tocada

Mas... se os beiços lhe meter
e... até à goela a levar
Não vai precisar de sofrer
Para o doce leite provar

Agora... se for achada
Na arte de bem montar...
entre punheta e brochada
crica e a bela rabada...
Leva o Bartolomeu a montá-la bem montada


Bartolomeu

Imagino um diabinho
Com uma pila de metro
A gritar ao Bartolinho:
- Vade retro! Vade retro!


São Rosas

Não gastes a imaginação
minha rosinha adorada
O Bartolo não papa não
cu de macho, nem por nada

E não leves pró preconceito
Este gosto do Bartolão
Se come cu, quer o pito
Do lado de lá, para a mão

É um gosto natural
Que não se pode criticar
Comer cu é bestial
Mas com grêlo pa coçar


Bartolomeu

Bartolinho, quem começa
Tem que saber dizer "alto!"
Senão em vez da Banessa
Sai-te o Nelson do Triplo Salto


São Rosas

Esses saltos do cu pr'a pixa
Não são da minha especialidade
Eu sou mais... lambe-lhe a xixa
E...enche-lhe a cona à vontade


Bartolomeu

Mas afinal o qué ito?
Que se passa no canal?
Todos querem o meu pito
Até parece um bacanal.

Mas que porra de cumbersa
Todos me querem comer
Olhem que aqui a Bánessa
Ainda os pode foder

Dónde é quisto já se biu
Quererem foder àtleta,
O Bartolomeu ainda vá
Qué um moço com muito brío
ofereceu-me a bececleta
e já conhece o papá

De quando em vez vai lá casa
buber um copito de verde
cumer uma choiriça na brasa
E no fim quando se perde
E fica com o grão na asa
Deita-se lá num colchão,
esperando ca bubida ferva
e então tiro-lha tesõe


Bánessa

Ão, ão, ão
Fodassisto, mas que porra
quinda fodo umas canelas
A Bánessa que não corra
Que àpanham pelas guelas

Esse Bartolomeu do caralho
Quando o apanhar lá na quinta
Ferro-lhuma dentada no malho
que vai ter de o ligar à cinta

Mas que grandes fudilhões
Vim eu aqui encontrar
Ainda lhes mordo os colhões
E vou ter de os enrrabar

Ão, ão, ão


O cõe dá Bánessa

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