O Nelson Évora incendeia-me

[Fotos © Stu Forster]

Faz hoje 20 anos que se deu o incêndio do Chiado e pareceu-me a data apropriada para discorrer sobre aquilo que dá título a este post.

Aqui há atrasado decidi fechar o anterior blogue e abrir este por mor de ter dado conta que escrevesse o que escrevesse isso era igual ao petróleo que as visitas subiam exponencialmente apenas pelas vistas e era certo e sabido que se espetasse um rabo redondo e sem celulite aumentava a progressão.

Ora estava aqui posta em sossego e ainda mais neste querido mês de Agosto, famoso por ser época de férias e de casamentos, quando dei conta de um calor vindo do meu siteclitoriano - que só para os homens é que se denomina pilómetro- , a subir por mim acima e o coiso a insuflar, a insuflar que até vi jeitos dos pixels correrem perigo de inundação. Fui analisar e era o Nelson Évora. De forma transparente, desde que ganhara a medalha, era ele o responsável por 65% do tráfego que me estimulava o botão das visitas.

Eu re-confesso que para além dos méritos desportivos também vejo que o Nelson Évora é um pão que dá mesmo vontade de abocanhar, em beijinhos e tanto mais quanto segura um sorriso aberto quando lhe oferecem flores e os seus polegares e calções de competição empolgam todas as expectativas emocionantes e justamente por isso o classifiquei em Fevereiro passado de desejo do mês não sonhando que agora me poria nesta excitação. Resta-me dar um grande obrigada ao Nelson Évora por este salto e transmitir-lhe a minha firme convicção de que Nelson Évora é uma marca cheia de futuro.

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