Rugir

(a resposta do Toze ao «No escurinho do cinema»)


Aqui não era o Condes, era o Póvoa-Cine, enchente ao fim de semana era garantido. A minha namorada tratava de escolher sempre os lugares com os bancos articulados de madeira que não rugiam, para que pudéssemos nós rugir à vontade! Foram bonitos aqueles tempos.

Depois do esfreganço na sala de cinema a festa terminava à beira-mar, pela madrugada fora; escusado será dizer que a praia estava sempre cheia, o pior mesmo e que sempre embirrei foi o raio dos grãos de areia nos tin-tins !!!


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