Nostalgiómetro Chez

Escrever não é o mesmo que encher chouriços mesmo quando já há alguma prática de atirar as frases para cima umas das outras até fazerem sentido. E depois de cinco anos a escrever histórias com alguma sensualidade vai rareando a criatividade que espevita a construção de um texto de rajada e torna-se mais lento o processo de o erguer.

Se a estas razões juntar o facto de graças à expansão blogoesférica os leitores actuais não serem na maioria os mesmos do início resolvi que às sextas-feiras passo a publicar, por ordem cronológica, os contos do antigo Chez Maria, aqui e ali com uma limadela nas arestas e com uma imagem que nesses tempos idos não comportavam.

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