O arco-irís das paredes

Disse-me o Paulo Vinhal que tinha um novo blogue acabadinho de estrear, de seu nome Paredes Nuas. Grande malha pensei eu e fui logo bisbilhotar o sítio para ver como ele lhe vestia as paredes e para escrever o respectivo post de divulgação com conhecimento de causa.

Encontrei uns desenhos tão sorridentes e ternurentos acoplados a frases cristalinas que até me comovi e balbuciei que o Paulo é um artista e pêras. E foi aí que percebi que estava fodida para encaixar aquele trabalho na temática do Chez que não me pareceu que chegasse o êxtase com a pintura e frenética comecei a correr o Paredes Nuas de cima a baixo à cata de uma pontinha de erotismo que fosse que o Paulo apesar de estar a produzir para um público infantil não era gajo para me deixar com a saia na mão.

E tanto que não era que lá descobri o tesouro no fim do arco-íris. Dei primeiro de caras com estas duas moçoila de rabos empinados, pelo menos a da saia verde vá lá e suspirei que estava salva a honra do convento.


Mas além disso as raparigas estavam pespegadas a olhar para o arco-íris em cuja ponta se encontram dois mocinhos, loiros como qualquer príncipe que se preze e que no mínimo deviam estar quentes debaixo daquele sol abrasador.

E isto só pode querer dizer que o arco-íris é quando as raparigas abrem as pernas aos rapazes e lhes saltam para cima.

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