Na paz da queca


Há homens de muita paz. Paz, paz, repercutida a palmo nas nossas nádegas enquanto o trem de aterragem lhes desliza pela nossa pista da retaguarda revestido ou não a pneu. E como se costuma dizer, enquanto o pau vai e vem folgam as costas.

Antes uma entrada a frio daquele melro do que ouvi-lo berrar que nunca faço nada do que ele diz, que nunca o ouço e a consequente saraivada de estalos por não lhe obedecer como manda o código dos símios em que ele é o macho dominante. Quando após uma estalada me puxa a camisa até os botões saltarem ou me levanta a blusa e firma ambas as mãos nas minhas mamas é um alívio e nem sequer é por estarem ao léu fora do sutiã com os mamilos a enrijar ao fresquinho. É mesmo porque o acalma como um cházinho de tília e quando depois me espeta o seu gáudio avantajado até aos testículos, feitos maracas com as sementes espermáticas aos pulos, a marcarem o ritmo nos meus lábios secos já é como enfiar um tampão cujo algodão não engana.

Não me move a cópia da história da O que sempre tinha a sorte de mais do que um gajo para petiscar mas a paz de quando ele tomba para o lado com o seu orgulho macho como ovos moles e me dá ganas de trincá-lo .

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